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PM acha “fábrica” de imprimir armas e prende criminosos em flagrante

Bandidos cobravam em média R$ 2 mil pelo simulacro; material foi levado para central de flagrantes de Goiânia

Dois homens foram presos nessa sexta-feira (23), em Goiânia, durante uma operação da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam), acusados de fabricar armas de fogo com o uso de impressoras 3D e comercializá-las no mercado clandestino e na internet. Um dos detidos, segundo a Polícia Militar, chegou a realizar curso no Paraguai para aprender a técnica de produção dos armamentos.

A prisão ocorreu no Parque Industrial João Braz, na região Oeste da capital. No local, os policiais apreenderam quatro objetos que simulam pistolas, produzidos de forma artesanal por meio de tecnologia de impressão 3D. Cada unidade era vendida por pelo menos R$ 2 mil. De acordo com a Rotam, as armas fabricadas são compatíveis com munição calibre .22 e possuem capacidade para até seis munições no carregador. Imagens divulgadas pela corporação mostram que os artefatos conseguem realizar disparos individuais.

Ainda segundo a Polícia Militar, o esquema se mostrava financeiramente atrativo, já que o custo médio de uma impressora 3D gira em torno de R$ 3 mil, embora outros equipamentos e materiais sejam necessários para completar a produção. Os detidos foram encaminhados às autoridades competentes, juntamente com o material apreendido.

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