Bem-vindo – 31/01/2026 15:01

Vídeo mostra momento que delegada aposentada comete furto; Veja

Investigada levou mais de 30 minutos para praticar o crime. Delegada foi aposentada em decorrência de problemas mentais

A delegada da Polícia Civil (PC) presa suspeita de furtar o mercado de um condomínio de alto padrão, em Goiânia, levou mais de 30 minutos para praticar o crime. A ação foi gravada por câmeras de segurança do estabelecimento localizado no Alphaville Araguaia.

Nas imagens é possível ver o momento em que a delegada, de 42 anos, entra no estabelecimento com uma mala e uma bolsa, às 10h29, da última quinta-feira, 29. No mercado, ela pega mercadorias e esconde dentro dos recipientes, após ensacar os produtos. Enquanto pratica o crime, a suspeita faz pausas para balançar um objeto semelhante a um colar. Ela só deixa o estabelecimento às 11h06, levando a bolsa, a mala e duas sacolas.

O furto foi o terceiro realizado pela delegada apenas em janeiro desde ano, de acordo com relato da proprietária do mercado à Polícia Militar (PM), responsável pela prisão. Conforme nota da Polícia Civil (PC), atualmente a investigadora não faz parte do quadro de funcionários da corporação, tendo sido aposentada por incapacidade permanente em decorrência de doença de natureza mental. (veja nota completa abaixo).

A suspeita recebeu um valor de R$ 18,4 mil do Governo de Goiás neste mês. Entre os itens furtados pela delegada estão leite, cápsulas de café, sacos de lixo, pão, óleo, papel higiênico, macarrão, molho de tomate, enlatados, mussarela, bolachas e conserva, além de sachê para felinos. Durante um dos crimes, a suspeita também teria furtado R$ 35 em espécie, segundo registro da PM.

Veja nota completa da Polícia Civil:

“A Polícia Civil de Goiás informa que a mulher presa em flagrante, nesta data, por furto em um estabelecimento comercial localizado em um condomínio de luxo, em Goiânia, trata-se de ex-servidora da instituição, atualmente aposentada por incapacidade permanente, conforme registros funcionais, em decorrência de doença de natureza mental.

A Polícia Civil esclarece que os fatos não guardam relação com o exercício da atividade policial e que o caso foi encaminhado à autoridade competente, sendo adotadas todas as providências legais cabíveis”.

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