Bem-vindo – 20/03/2026 19:06

Agora chora ; Irmãs são presa acusadas de cometer furto em lojas e deixar prejuízo de 5 MIL

Quando foram presas as irmãs metralhas, choraram pedindo perdão para mãe 

A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) de Luziânia, realizou na data de hoje, 19 de março de 2026, a prisão em flagrante de duas irmãs especializadas em furtos qualificados contra o comércio. Nesta data, foram presas as irmãs MARIANA MAYRA DE SOUZA ALVES (27 anos) e CARLA LETICIA DE SOUZA ALVES (30 anos), autuadas pelos crimes de furto qualificado e receptação.

As investigações apontam que as autuadas agiam de forma coordenada para subtrair itens de alto valor. Identificação Técnica: Ao analisarem as imagens do circuito interno de uma loja no Shopping de Luziânia, os policiais identificaram prontamente as irmãs, visto que elas já haviam sido qualificadas e investigadas pelo GEIC no ano de 2025 por práticas semelhantes.

A Ação: Enquanto uma das irmãs simulava interesse em produtos para distrair uma das vendedoras, a outra também pedia produtos em prateleira para que, em poucos segundos, efetuasse a subtração de um aparelho celular diretamente da vitrine, ocultando-o rapidamente em uma bolsa.

Durante as diligências na residência das investigadas, em Novo Gama/GO, a equipe policial localizou, o aparelho celular Samsung S25 Ultra (subtraído na data de hoje), além de um Motorola Moto G22 (produto de furto ocorrido em Ceilândia/DF em 2025). as roupas, sacolas e a bolsa azul utilizadas no crime e registradas pelas câmeras de segurança.

O Delegado de Polícia representou pela prisão preventiva das investigadas, que estão tornozeladas. Mariana possui cerca de 11 registros policiais. Carla Leticia também possui extensa ficha criminal, evidenciando que as medidas cautelares anteriores foram ineficazes. Aguarda-se a decisão judicial para a manutenção da prisão cautelar.

Justificativa de Divulgação – encontrar mais vítimas e testemunhas 

A divulgação da imagem e do nome das investigadas, bem como suas idades de 27 e 30 anos, foi procedida nos termos da Lei 13.869/2019 e da Portaria nº 797/2017 – DGPC/GO. A medida fundamenta-se no nítido interesse público em identificar outras eventuais vítimas que tenham sido lesadas pelo mesmo modus operandi, garantindo a plena responsabilização das autoras.

 

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