Segundo as investigações da PCDF, Bruno Cruz de Araújo participou do crime contra Orazio Giuliani, 80 anos, junto do primo Leonardo

“Coveiro”, está foragido e é procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte) e na ocultação de cadáver de um italiano de 80 anos, no Distrito Federal, no sábado (11/4).
Um mandado de prisão temporária foi expedido contra o suspeito. De acordo com a PCDF, o homem possui passagens por crimes graves, tal como o crime de homicídio.
O investigado teve a imagem divulgada pela PCDF nesta terça-feira (14/4), com o objetivo de auxiliar na captação de informações sobre o paradeiro dele. As investigações seguem no intuito de localizar o corpo da vítima e qualquer informação que possa ajudar às investigações pode ser feito por meio denúncia anônima pelo número 197.
Ex-funcionário da vítima, Leonardo trabalhava na obra onde o crime ocorreu, em São Sebastião (DF). De acordo com as investigações, ele foi identificado ainda dentro do imóvel, no momento dos fatos, por meio de imagens de câmeras de segurança e reconhecimento de testemunhas.
Bruno chegou a ser identificado no dia seguinte ao crime, com ferimentos nos braços e na perna, alegando ter se machucado com um arame. No entanto, ao ser localizado pela polícia, Bruno fugiu pela mata acompanhado de um terceiro indivíduo, identificado como Lucas.
Onde está o corpo?
O caso gerou forte comoção entre moradores da região de São Sebastião, principalmente pela brutalidade dos indícios e pelo fato de o crime ter ocorrido em um local religioso em construção.
A SicVio da 30ª Delegacia de Polícia segue à frente das investigações, trabalhando para responder às principais perguntas que ainda cercam o caso: onde está o corpo da vítima, quem mais pode ter participado da ação e o que, de fato, aconteceu na noite do desaparecimento.
A PCDF sustenta que há fortes indícios de que Orazio Giuliani foi vítima de latrocínio, seguido da ocultação de cadáver. O veículo do idoso também não foi encontrado, o que reforça a hipótese de tentativa de eliminação de provas.
Até que essas respostas sejam encontradas, o caso permanece como um dos mais enigmáticos e inquietantes do DF.



