O governador goiano atinge 84,4% de aprovação na cidade; no cenário de 2026, Vilela lidera com 27,2%

Um levantamento detalhado do Instituto Gazeta de Pesquisa (IGAPE), realizado em novembro de 2025 em Senador Canedo (GO), revela a grande quantidade de apoio do governo atual. Os dados mostram uma taxa de aprovação “elevada”. O vice-governador Daniel Vilela desponta na liderança da intenção de voto para o governo em 2026, com uma significativa vantagem sobre o ex-governador Marconi Perilo.
A pesquisa, que entrevistou 500 pessoas com margem de erro de 4,3 pontos percentuais, aponta um endosso maciço à administração atual. A taxa de aprovação da gestão estadual atinge um patamar impressionante
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Aprovo: 84,4%
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Não Aprovo: 9,4%
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Não Sabe / Não Opinou: 6,2%
Essa alta aprovação sugere que a chapa governista possui um terreno fértil para a disputa eleitoral subsequente.
Daniel Vilela Lidera Intenção de Voto
No cenário estimulado para o governo em 2026, Daniel Vilela aparece na frente, capitalizando, possivelmente, parte da alta aprovação da gestão. Ele registra 27,2% das intenções de voto, uma vantagem de 5,8 pontos percentuais sobre Marconi Perilo.
O ex-governador Marconi Perilo mantém uma base de apoio com 21,4%. O restante do eleitorado está pulverizado entre Adriana Acorsi (11,0%) e Wilder Morais (9,6%), que se encontram em empate técnico.
Indecisão e Rejeição: Fatores Críticos
A pesquisa destaca que o cenário está amplamente aberto devido ao alto índice de indecisão: o percentual de 30,8% de eleitores que “não sabe opinar” é o maior bloco, indicando que a disputa será acirrada e que grande parte dos votos ainda pode ser conquistada.
A Taxa de Rejeição é outro ponto fundamental:
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Marconi Perilo: Apesar de estar em segundo lugar, ele possui a maior taxa de rejeição, atingindo 17,0%. Essa rejeição alta pode impor um obstáculo significativo ao seu crescimento.
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Daniel Vilela: Lidera a intenção de voto e apresenta a menor rejeição, de apenas 0,8%. Essa baixíssima rejeição lhe confere um potencial de crescimento considerável, permitindo que ele absorva votos dos indecisos e dos eleitores de outros candidatos com maior facilidade.
A grande maioria dos eleitores (62,2%) ainda “não sabe opinar” sobre a rejeição, confirmando que o jogo eleitoral ainda está em aberto.



