Bem-vindo – 24/02/2026 16:33

Corpo de Bombeiros de BH se mobiliza para auxiliar vítimas da chuva na Zona da Mata

Ao todo, 22 militares e um cão farejador foram para Juiz de Fora para reforçar a equipe de trabalho. Neste momento, 90 militares atuam em pelo menos 15 pontos de ocorrência.

Vinte e dois militares do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais que trabalham em Belo Horizonte foram mobilizados para atuar nas ocorrências de chuva na Zona da Mata. Segundo a corporação, mais de 90 militares participam da operação de resgate .

As equipes trabalham simultaneamente em pelo menos 15 pontos de soterramento. Além dos militares, Belo Horizonte enviou equipamentos de trabalho como aparelhos de detecção de vítimas que atuam por som e captação de batimentos cardíacos, equipamentos de corte e de estabilização. Um cão farejador também foi enviado para revezar com o animal da corporação de Juiz de Fora.

Por causa dos deslizamentos de terra, a atuação segue protocolos típicos de buscas em escombros, dividindo áreas e avaliando riscos, tanto para a população quanto para os bombeiros.

Para otimizar os trabalhos e recursos, o posto de comando da operação está sendo transferido para a 4ª Região Integrada de Segurança Pública (4ª RISP), em Juiz de Fora, com o objetivo de centralizar as decisões estratégicas.

O trabalho é realizado de forma integrada com a Defesa Civil, a Polícia Militar e outros órgãos municipais e estaduais. A Defesa Civil faz o mapeamento das áreas de risco, o isolamento de locais críticos, a orientação para evacuação preventiva e o encaminhamento de desalojados e desabrigados para locais seguros.

A chuva na Zona da Mata

Juiz de Fora registrou 80% da média de chuva do mês em poucas horas. O município decretou estado de calamidade pública diante do elevado número de ocorrências, deslizamentos de terra e vítimas.

Até o momento, 22 mortes, 16 em Juiz de Fora e 6 em Ubá até a última atualização dessa reportagem.

A previsão indica possibilidade de novas precipitações, o que mantém o cenário de alerta máximo para risco de novos deslizamentos.

fonte ; g1MG

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