Esquema fraudulento chegou a usar nomes do presidente da República e de ministro do STF

A Polícia Civil de Goiás deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5/2), uma operação para combater fraudes cibernéticas interestaduais que atingiram sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Poder Judiciário goiano. A ação foi conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos, em trabalho integrado com o Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás, a Polícia Civil de Minas Gerais e com apoio operacional da Polícia Civil do Distrito Federal.
As investigações apuram a inserção de mandados de prisão falsos em bancos de dados oficiais e em processos judiciais eletrônicos do Judiciário de Goiás. Entre os materiais fraudulentos identificados estão documentos que simulavam decisões judiciais, dando aparência de legalidade a informações que não eram verdadeiras.
De acordo com a Polícia Civil, os criminosos chegaram a utilizar indevidamente nomes de autoridades, entre eles o do presidente da República e o de um ministro Supremo Tribunal Federal. O uso desses nomes contribuiu para que o caso ganhasse repercussão em todo o país.
Fonte: A Redação


