Bem-vindo – 30/03/2026 07:13

Veja quem estava por trás do golpe das Galãs e usava foto Fake para enganar vítimas

O trio é formado por integrantes da mesma família, a Musa, o pai e o irmão, que juntos formavam o bonde 

O modo de operação consistia na criação de perfis falsos em aplicativos de relacionamento para atrair vítimas a locais isolados, especialmente nas quadras 423 e 425 de Samambaia. Ao chegarem, as vítimas eram surpreendidas por criminosos armados, que as levavam para áreas afastadas, onde sofriam agressões físicas e ameaças.

Sob coerção, eram obrigadas a entregar pertences e realizar transferências bancárias. Em alguns casos, chegaram a ser mantidas reféns durante toda a madrugada.

A Polícia Civil reforça a importância de cuidados ao marcar encontros com desconhecidos pela internet. Recomenda-se priorizar locais públicos, avisar familiares ou amigos e evitar compartilhar informações pessoais sensíveis.

A “diretoria” do esquema é composta por um núcleo familiar que decidiu que o crime era o melhor negócio de família. Confira quem são os integrantes desse bonde que, de galã, não passaria nem na porta de um teste de comercial:

A “Musa” do Grindr: Joelma Raphaela de Araújo da Rocha Silva, mulher transsexual que servia de isca. Ela era o rosto (provavelmente muito editado) que convencia as vítimas a irem para as quadras 423 e 425 de Samambaia.

O patriarca: José Maria da Silva Santos, o pai, que em vez de dar conselhos de vida, participava ativamente das emboscadas.

O irmão de Armas: Tiago Felipe Araújo da Rocha Silva, completando o trio da pesada.

O modus operandi: a vítima chegava achando que ia encontrar a “Joelma do perfil” e acabava cercada por homens armados, agressões brutais e uma arma apontada para a cabeça. No último caso, a vítima foi tão espancada que o “encontro” terminou em uma mesa de cirurgia no hospital.

Operação Cilada

A Operação Cilada, deflagrada em 17 de junho de 2025, teve como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em emboscadas. O grupo focava principalmente em vítimas da comunidade LGBTQIAPN+.

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