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Maria Fernanda, desaparecida em Doverlândia, é encontrada sem vida no dia em que completaria 2 anos

Força-tarefa estava no terceiro dia de buscas quando militares encontraram a garota

A menina Maria Fernanda Cândido da Rocha, que completaria dois anos nesta quarta-feira (17/6), foi encontrada sem vida por integrantes da força-tarefa montada para localizar a garota, que estava desaparecida desde a última segunda (15), em Doverlândia. Antes de verificarem o corpo no leito de um rio situado a cerca de dois km da propriedade da família, naquele município, militares avistaram fralda e uma peça de roupa usada pela criança no dia do desaparecimento. O óbito foi confirmado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás.

Os itens estavam no rio e auxiliaram os cães farejadores a direcionar as buscas, de acordo com a corporação O corpo de Maria, que à princípio não possui sinais de volência, deve passar por perícia para descobrir as circunstâncias e a causa da morte da menina. O caso é investigado pela Polícia Civil (PC).

Força-tarefa

A criança desapareceu depois de ficar sozinha dentro de casa, situada em uma área rural de difícil acesso a mais de 20 km da cidade. Na tarde de terça-feira (16), a força-tarefa composta por mais de 70 membros do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC) e voluntários ganhou o reforço da equipe de cães de busca, que foram enviados de avião ao local. A procura, que era realizada em água, solo e ar, se concentrou em terra depois que supostas pegadas de Maria foram encontradas a cerca de um km da residência.

Equipes do Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (GRAER) da PM também foram enviadas para o local nesta quarta, a fim de dar apoio às buscas aéreas realizadas por drones térmicos. O patrulhamento aéreo foi essencial para localizar Maria. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros, em Goiânia, também foram empenhados no trabalho.

Desaparecimento em Doverlândia

A propriedade onde a criança desapareceu está localizada em uma área de difícil acesso, a cerca de 22 km de Doverlândia. Os pais informaram à polícia que estavam em uma represa situada a cerca de 100 metros da residência quando ouviram um grito da menina. Porém, ao retornarem ao imóvel, não conseguiram encontrar a criança.

O primeiro atendimento foi realizado pelo Corpo de Bombeiros de Caiapônia, que iniciou o reconhecimento da área e as primeiras ações de busca. Em seguida, a corporação de Jataí deslocou militares com apoio operacional de drone para ampliar a varredura em pontos de difícil acesso e auxiliar as equipes em solo.

As buscas ocorreram de forma conjunta, com atuação do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Conselho Tutelar, além da Polícia Civil. As equipes realizaram varreduras na residência, nas áreas de mata, região de morros, proximidades da represa, trilhas naturais e demais pontos considerados prioritários.

 

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