Três pessoas foram presas em flagrante

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da 4ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia – 1ª DRP, deflagrou, na tarde desta segunda-feira (25/5), a Operação Black Office, ocasião em que três pessoas foram presas em flagrante por associação criminosa e também pelo delito de cessão de conta laranja.
A ação foi voltada ao combate de associação criminosa suspeita de praticar estelionatos eletrônicos mediante fraude digital, especialmente o denominado “golpe do falso familiar” e “falsa central bancária” em todo o país.
A investigação identificou a existência de uma suposta central clandestina de fraudes instalada em sala comercial situada em região nobre de Goiânia, utilizada, para operacionalização de golpes virtuais aplicados em vítimas de diversos estados da federação.
Segundo as apurações, os investigados utilizavam aplicativos de mensagens para se passar por familiares das vítimas, ou por falsa central de bancos, solicitando transferências bancárias via PIX mediante fraude e engenharia social.
Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, com objetivo de localizar aparelhos celulares, computadores, documentos, cartões bancários e demais elementos de interesse investigativo.
As medidas judiciais também abrangem autorização de análise telemática dos dispositivos eventualmente apreendidos, visando aprofundar a identificação de envolvidos, vítimas e da extensão da atividade criminosa. Os policiais civis apreenderam celulares, aparelhos eletrônicos e dinheiro em espécie.
Até o momento, as investigações apontam vítimas em diferentes estados do país e prejuízo financeiro já identificado superior a R$ 23 mil. O nome da operação — Black Office — faz referência ao escritório supostamente utilizado pelo grupo investigado como base operacional para aplicação das fraudes eletrônicas.


