Bem-vindo – 16/07/2024 03:13
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Compra de videogames eram frauduleta

Nesta segunda-feira (12/7), a PCDF deu início a uma investigação após policiais da 38ª DP recuperarem um videogame X BOX ONE S. O produto foi adquirido ilicitamente por uma associação criminosa e foi revendido para um terceiro de boa fé.

Durante a operação, dois homens, 20 e 22 anos, foram presos em flagrante. Eles são moradores de Samambaia e do Sol Nascente. Os suspeitos eram responsáveis por receber e vender videogames adquiridos ilicitamente pelo grupo criminoso.

De acordo com investigações, o líder da equipe reside em São Paulo e cooptou os jovens através do bate papo de um jogo de vídeo game chamado Free Fire. Ele convenceu o grupo a receber e vender os produtos que adquiria mediante golpes e prometia dividir os lucros obtidos.

O líder da organização habilitava chips com DDD 61 e criava perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. Ele utilizava nomes e fotografias de integrantes das forças armadas ou das forças de segurança do DF.

O proprietário do vídeo game havia vendido o produto no dia 6 de julho, por R$ 1.500. O líder do grupo se passou por um policial militar, se identificando como soldado Torres, e enviou uma TED falsa. A vítima acreditou no pagamento e entregou o videogame para um motorista de aplicativo.

Duas horas depois, o mesmo produto foi vendido pelo jovem de 20 anos por R$ 1 mil para um comprador de boa-fé. O verdadeiro proprietário reconheceu o aparelho no anúncio para venda e informou o ocorrido aos policiais da 38ª DP na segunda-feira (12/07).

O aparelho foi apreendido e devolvido à vítima. O jovem de 20 anos passou a ser monitorados pelos policiais desde então e nesta terça (13/7), quando se preparava para vender um Playstation 4, foi preso em flagrante em sua própria residência. Após a prisão, os policiais identificaram o outro suspeito, de 22 anos, que foi autuado nas proximidades de sua casa.

Os dois foram presos por crimes de receptação qualificada e associação criminosa. A pena pode chegar a 11 anos de prisão. Os jovens serão investigados também pelos crimes de falsa identidade, uso de documentos falsos e estelionato.

Foram encontradas mais 11 ocorrências de estelionato perpetuadas pelos autores.