Bem-vindo – 20/04/2024 19:16
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“Esse monstro tirou a vida dela”, diz irmão de mulher encontrada morta no DF

Eliuda Velozo, 35 anos, foi encontrada seminua e sem vida em uma estrada de terra. o irmão clama por Justiça.

Revoltado com a morte da irmã, Wilame Silva Velozo, 37 anos, pede Justiça para elucidar o assassinato de Eliuda Velozo, 35. A mulher foi encontrada morta no sábado (22/1), com ferimentos na cabeça e seminua, em um matagal da QR 416 de Santa Maria. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) trabalha com a hipótese de feminicídio. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.

Eliuda é natural de Belágua (MA), município com pouco mais de 8 mil habitantes, e deixou quatro filhos. Há dois anos, ela deixou a terra natal e se mudou para o DF com um homem. Na capital federal, o companheiro chegou a ser preso e ela se envolveu com outro rapaz, segundo as investigações conduzidas pela 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria). Wilame contou que a família tentou convencer a mulher a retornar ao Maranhão por diversas vezes. “Era uma mulher trabalhadeira, mas acabou se envolvendo com gente errada. De repente vem um monstro desse e tira a vida de um ser humano. Tenho fé em Deus de nunca ver esse monstro”, desabafou.

Eliuda foi encontrada morta com um ferimento na cabeça
Eliuda foi encontrada morta com um ferimento na cabeça(foto: Material cedido )

Por não ter registro civil no DF, os policiais civis solicitaram o auxílio a diversos estados vizinhos, como Minas Gerais, Bahia, Goiás e Maranhão. “Tínhamos a suspeita de que ela seria do Maranhão e, ao confrontarmos o DNA, deu positivo”, afirmou a delegada-chefe da 33ª DP, Cláudia Alcântara. Nesta segunda-feira (24/1), os investigadores refizeram o caminho que a vítima fez no dia do crime para colher o maior número de informações possíveis para identificar e localizar o suspeito.

Ajuda

Familiares pedem ajuda para transportar o corpo de Eliuda DF até a terra natal. O valor é de mais de R$ 11 mil. “Não temos condições. Ela não tinha ninguém da família no DF. Era sozinha. Nossa mãe ajudava a gente, mas ela faleceu e nosso pai é deficiente”, destacou o irmão.