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Filho de PM é preso ao usar arma do pai para tentar roubar carro

Segundo os policiais que atenderam a ocorrência, o jovem utilizou a arma do próprio pai, que é policial militar, para tentar roubar o carro de um motorista de aplicativo, em Águas Claras.

A 21ª DP, de Taguatinga, investiga o caso -  (crédito: PCDF/ divulgação)
A 21ª DP, de Taguatinga, investiga o caso – (crédito: PCDF/ divulgação)

Foram presos, na madrugada de quarta-feira (9/3), dois jovens suspeitos de tentarem roubar o carro de um motorista de aplicativo em Águas Claras. Segundo investigações, um dos jovens é filho de um policial militar do Distrito Federal. Para tentar cometer o roubo, ele chamou a corrida pelo aplicativo e utilizou a arma do próprio pai para ameaçar o motorista.

Segundo lavrado no registro policial, agentes do Grupo Tático Operacional (GTOP 37) estavam em patrulhamento na região quando, por volta das 1h40, avistaram os jovens e o motorista dentro do carro em uma situação suspeita. Ao chegarem perto do veículo, os policiais solicitaram que o motorista e os passageiros descessem do carro para serem revistados. De acordo com os policiais, foi constatado que um dos jovens apresentava sinais de ter consumido substância entorpecente. Ele também carregava uma porção de maconha.

Ao ser questionado se estava portando alguma arma dentro do veículo, o filho do policial militar afirmou que sim, mas que não sabia informar com precisão onde estava a arma. Os policiais, ao vistoriarem o veículo, encontraram a arma embaixo do banco do passageiro, com 17 munições intactas. O jovem afirmou aos policiais que a arma era de propriedade do pai, e que havia roubado de dentro dele sem o consentimento do genitor, afirmando que “já planejava furtar a arma para praticar crimes”, porque se encontrava desempregado.

Os policiais prenderam os jovens e encaminharam a dupla à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). Eles foram autuados em flagrante por crime de roubo com restrição de liberdade e uso e porte de drogas. Ambos foram recolhidos à carceragem da Polícia Civil (PCDF). De acordo com a Polícia Militar (PMDF), o caso será investigado pela Corregedoria, por se tratar de arma de um policial da corporação.

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